terça-feira, 3 de junho de 2014

Um trabalho que pode fazer a diferença!


 
Fone: (17) 4141-2972
 
 
Conheça esse trabalho!

Prof. Jean pode nos definir como é o trabalho do coach no esporte? Seu papel e como se faz o treinamento?

 R: O trabalho do coach esportivo, na sua essência, visa colocar o atleta num padrão mental que lhe permita explorar o máximo de seu potencial físico-técnico-tático. Geralmente ocorre em sessões de 40 a 60 minutos com estabelecimento bem claro de metas a serem atingidas. Dependendo das metas o trabalho é fechado dentro de um número limite de sessões que pode variar de 5 a 15 (para cada meta proposta). Meu papel, portanto, consiste, num primeiro momento em avaliar como se encontra o padrão mental do atleta tanto durante os treinos quanto nas competições, verificando dessa forma a distância do real para o ideal e, num segundo momento intervir com exercícios de autoconhecimento e autodesenvolvimento.

É uma fórmula mágica de sucesso?

 R: Desde a mais remota história, as pessoas tendem a concluir como mágica os fatos que conscientemente não conseguem explicar pelo raciocínio lógico. Não é a primeira vez que me fazem essa pergunta, principalmente diante dos resultados irrefutáveis e num curto espaço de tempo, como vem sendo os êxitos que tenho obtido como coach esportivo. Ocorre que nos últimos 15 anos, tenho estudado incansavelmente o cérebro humano, desde seu mecanismo de resposta fisiológico até o psicológico. Esse conhecimento especializado tem me permitido reconhecer quais são os fatores que podem sabotar a performance do atleta e sobretudo ajudá-lo a ultrapassar essa “zona limitante” de seu desempenho. Todas as ferramentas de avaliação, bem como os exercícios utilizados são exaustivamente testadas dentro das universidades mais conceituadas do planeta.

Quais são os fatores relevantes para que o coaching dê resultado positivo ou fracasse no caminho que leva um atleta a tingir sua meta?

 R: Assim como nos aspectos físico e técnico, a dimensão mental só alcança um efetivo grau de excelência caso se respeite uma rigorosa sistemática de treinamento. Sendo assim, fatores como confiança, assiduidade e comprometimento são fundamentais para o sucesso.

Com quais profissionais já trabalhou?

 R: Dentro do contexto paraolímpico já trabalhei com as equipes de basquete sobre cadeira de rodas do Cad Rio Preto (atual campeão sul americano); Cad São Paulo (atual campeão brasileiro da 2 divisão); Jefferson Spinpolo (da seleção brasileira de ciclismo); Claudiney Santos (atual medalhista de prata paraolímpico no lançamento de dardos em Londres); Ana Tércia (da seleção brasileira de atletismo). No tênis profissional com o Augusto Laranja (reserva da seleção brasileira na copa davis de 2012) e na categoria de base com Victor Hugo, Leonardo Andreoli e João Lucas Alves (esse último atual vice campeão sul americano no cosat da Bahia). No MMa com o lutador Fábio Simões (vencedor do 23 Predador ocorrido em 2012) e no Judô com o atual vice campeão mundial sub 15 Matheus Storti . No futsal com a equipe do Automóvel Clube (que disputa a 1 divisão do campeonato paulista) e no futebol com o jogador Pedro Terra (da categoria de base do Mirassol F.C). Além do coach esportivo, também atuo como coach pernal life para empresários, empresas e estudantes.

 
 

2 comentários:

  1. Por questões éticas, só podemos desenvolver o trabalho de coaching mind com equipes e/ou atletas que não estejam na mesma competição que o CAD BRASIL, que é nosso cliente.

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  2. SERGIO VASCONCELOS6 de junho de 2014 09:53

    NÃO É FORMULA MAGICA DE SUICESSO E SIM E O CRESCIMENTO DA TECNOLOGIOA DO ESTUDO CIENTIFICOS PARA AJUDAR NO CRESCIMENTO DA MODALIDADE OENA QUE NO BASQUETEBOL EM CADEIRA DE RODAS NÃO ADOTE ESSES PRINCIPIOS PROCURA SEMPRE BLOQUEIA O AVANÇO NA BUSCA DE MELHOR RESULTADOS AS VAGAS DENTRO DA CBBC E DAS SELEÇÕES SÃO PREENCHIDAS POR AMIZADES E AS DELEGAÇÕES SÃO MONTADAS PARA PAGA FAVORES E VOTOS POR ESSE MOTIVO QUE O BASQUETEBOL MASCULINO SE ENCONTRA NO ATUAL ESTÁGIO E NO FEMININO A CBBC ESTA PREOCUPADA EM BLOQUEIAR O CRESCIMENTO P

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